Hoje assisti o clipe "Rolling in the deep" da Adele e me surpreendi. Não resisti e resolvi postar sobre ele no blog.
Adele é cantora e compositora britânica de voz semelhante à de Amy Winehouse, só que mais jovem e séria. Foi a primeira a receber o prêmio Critics’ Choice do BRIT Awards e foi nomeada “artista revelação” em 2008 pelos críticos da BBC. Em 2009, Adele ganhou dois Grammy Awards de “Artista Revelação” e “Melhor Vocal Pop Feminino”.
Depois de receber três certificações de platina no Reino Unido com seu álbum de estreia "19", Adele passou dois anos meio parada, sem mostrar novidades. Mas, com seu novo álbum "21", lançado neste ano em 24 de janeiro na Inglaterra e em 22 de fevereiro nos Estados Unidos, e o single "Rolling In The Deep", a britânica retorna aos holofotes. Hoje, Adele é a primeira artista a alcançar, ainda viva, e ter uma canção e um álbum como número um nas paradas de sucesso ao mesmo tempo na Inglaterra desde The Beatles, em 1964.
Rolling in the Deep segue as raízes de seu primeiro disco. O clipe é profundo e muito bem produzido, juntando planos iguais e escuros, do estilo da cantora, com alguns movimentos e com a música.
Ela passa o clipe todo sentada em uma cadeira, em uma casa meio escura, inacabada. Os cortes e os elementos usados no clipe nos passam uma sensação quase inexplicável, que transforma a música em algo que não sentimos só com o ouvido.
A cena da sala com os copos com água que tremem junto com as batidas da bateria nos lembra da existência das ondas do som, e dão mais força ao toque. A luz piscando em sincronia com as batidas deixam a mesma impressão, mas de forma visual. A coreografia da cena do dançarino levantando o pó branco, em câmera lenta, confesso que me deu um pouco de falta de ar, mas ficou muito lindo. Deu um toque de leveza contrastado com o peso da bateria reforçado com as outras cenas.
A louça sendo quebrada faz uma alusão perfeita à letra triste da música, transmitindo a dor, e por que não, a raiva de um coração quebrado. A última cena que intercala com as outras é de uma maquete de papel, que começa a queimar e se destruir, representando o amor acabado. Os cortes foram muito bem planejados para que nenhuma cena cansasse, e pudessem dar o mesmo significado com o passar do clipe.
Resumindo: Elementos simples, aparentemente sem significado, que vemos no dia a dia, ao se unir a uma mesma ideia, uma grande ideia, passam a transmitir sentimentos ao espectador. Clipe lindo, maravilhoso, que vale muito a pena assistir:
Bjinhos e até o próximo post!!!



Mandou bem !!! Parabéns, muito bom!!!
ResponderExcluirUé??? A Adele não comentou???? rsrs Lindo post ...amo a música dela !!!!
ResponderExcluirHAHAHAHA... não achei o contato dela pra avisar sobre o post!!
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